Vem cá ovelha, deixa Eu te curar

Um dos capítulos mais bonitos da Palavra do Senhor – e existe algum que não seja? – é o capítulo 15 do evangelho de Lucas, vou até deixar o link aqui. Nele vemos uma das verdades mais incompreensíveis que existem: o AMOR do Pai.

Esse é o nosso centésimo post do Grito da Verdade, então resolvi falar sobre a parábola da centésima ovelha perdida.

Uma parábola é geralmente uma história curta e, às vezes, uma comparação, baseada em fatos reais com o fim de ensinar lições de sabedoria, de moral ou de religião, no nosso caso de AMOR.

Na parábola das cem ovelhas, vemos que o Bom Pastor é muito preocupado com o bem estar das ovelhas e mais precisamente, com o bem estar da ovelha que se perdeu. A ovelha perdida é você que não aceitou a Cristo, foi você que já o conhece, ao mesmo tempo em que pode ainda ser você se você se rebelar, Deus tenha piedade, algum dia e o Pastor se disponibilizar para ir atrás. É Jesus o Bom Pastor indo atrás da ovelha, se sacrificando por você. Não estou aqui escrevendo para falar dessa vez da morte redentora do nosso Senhor com foco principal e sim dessa disponibilidade que o levou a morte.

Pense bem (você, assim como eu, não vai chegar nem perto, por pensamento, da realidade, mas tente): o Senhor, revestido de glória, santidade, com todo o poder, com anjos o adorando de dia e de noite. Agora imagine o Senhor, o Bom Pastor, empurrando toda a glória para o lado e se fazendo homem para morrer a morte considerada mais humilhante e desgraçada: a crucificação. Tudo para resgatar o ser humano da destruição, resgatar a ovelha perdida.

Entenda bem: o pecado não é simplesmente o que não se pode fazer e sim o que nos afasta da comunhão com o Criador. Deus criou os relacionamentos e foi Ele que colocou a lógica de que você só vai se dar bem com quem tem afinidade com você. Assim também funciona entre você e Jesus. Ele é santo, mas o pecado fez do ser humano um estranho. O salário do pecado é morte(Romanos, capítulo 6 e versículo 23), ou seja, se afastar de Deus: fim da existência. É contra a lógica, porque você está saindo da custódia de quem te criou e querendo viver só, quando você não consegue nem dar um passo sem Deus. Logo, porque o resultado do pecado é a morte, só com morte Jeová (Deus) consegue apagá-la; mas estava na hora de acabar com o pecado de vez, um sacrifício que justificaria tudo, se o ser humano tiver fé. A morte de Deus por nós.

Das três principais coisas, a fé, a esperança e o amor, o amor não vai passar e nunca passou. Mesmo a pior pessoa do mundo foi amada e é amada na cruz e vai continuar com esse AMOR disponível pelo Bom Pastor, que nos versículo 5 e 6 do capítulo 15 de Lucas, lhe carrega nos ombros e quer festejar o seu amoroso achado.

No mesmo capítulo, temos a parábola do filho pródigo (perdido) que ainda nos mostra a primeira atitude do Pai (Deus) quando vê o filho (você, eu) retornando: Ele corre, o abraça e o beija.

É um amor incompreensível.

Merecemos a destruição e Ele diz que nos ama. Achamos que não temos jeito e Ele diz que nos ama. Achamos que não temos “vocação” e Ele diz que ainda ama. Nas lutas, na culpa, na auto-condenação, Ele simplesmente grita: EU TE AMO!

Que todos possamos orar o Salmo 23 de todo o coração. Leia aquele salmo no íntimo do seu ser.

O Bom Pastor quer curar as feridas da ovelha. A centésima ovelha pela qual Ele saiu gritando pelos montes. O Grito da Verdade.

Visite uma igreja cristã e leia a Bíblia, venha para Cristo, para o AMOR verdadeiro que você deve se apegar. Ele não passa. Agarre!

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